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Taxistas que recusaram levar família a hospital afirmaram não ter visto criança, diz prefeitura de Florianópolis

 

Dois dos três taxistas que teriam se negado a transportar uma família com uma criança ferida em Florianópolis ,disseram à Secretaria Municipal de Transporte e Mobilidade Urbana na terça-feira (26) que o casal estava exaltado e que não viram a criança.

No dia 19 de setembro, teriam se recusado a levar a família, que procurou o serviço no ponto do Hospital Florianópolis. O motivo, segundo o casal, é que eles haviam chegado ao local de Uber.

Os dois taxistas declararam não ter feito a corrida para evitar confusão dentro do carro. Segundo a Secretaria, o depoimento levou duas horas e os motoristas afirmaram que se tivessem visto a criança teriam levado a família ao hospital.

Um terceiro taxista é da cidade vizinha de São José e também pode ser punido. Nesta quarta (27), a Secretaria de Mobilidade disse que ele não havia sido identificado.

Conforme a prefeitura, se a comissão responsável pelo caso resolver que os motoristas são culpados, eles podem ser suspensos por 90 dias e o permissionário pode ter a permissão para operar o serviço revogada.

 

Declaração contraditória

 

Para o Jornal do Almoço da última sexta-feira (22), um dos taxistas de Florianópolis disse que viu a criança, mas que ela não estava em estado grave.

"Primeiramente, eu tenho filho. É claro que o erro foi não ter levado, mas digo e repito, a criança não estava desvairada em sangue, a criança não estava em estado grave", disse o taxista que não quis ser identificado.

Ele era o segundo da fila quando o casal procurou transporte. Ele tem 20 anos de profissão e está no ponto do Hospital Florianópolis há um ano e meio. O taxista de 29 anos contou à NSC TV que ele e o colega ouviram o casal conversando sobre pegar um Uber e que não gostaram.

 

Entenda o caso

 

Os pais de um menino de 2 anos, ferido ao bater a cabeça em casa, afirmam que os taxistas se recusaram a fazer o transporte da família, que precisava de atendimento para a criança.

"Começou a sangrar demais. O primeiro pensamento foi levar ele pro médico", disse o pai, Irving Correa.

O casal chamou um Uber e foi até o hospital público mais próximo, que fica a menos de um quilômetro de casa. Ao chegar lá, descobriram que não havia médico de plantão na emergência.

Eles decidiram ir para um outro hospital particular, no Centro da cidade. Mas não conseguiram sinal de internet no celular para chamar outro Uber. Eles correram até um ponto de táxi próximo, mas foram recusados.

O menino só foi socorrido, segundo a família, porque um rapaz que estava esperando atendimento no hospital viu tudo e ofereceu carona. O garoto levou quatro pontos e passa bem.

O Sindicato dos Taxistas afirmou que não compactua com a atitude dos motoristas que negaram a corrida. O taxista que nega atendimento comete uma infração ao código de transporte individual.

 

Fonte: Por G1 SC / (Foto: Reprodução/NSC TV)

Postada em: 27/09/2017

 

 

 

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